Por Baker Li
TAIPEI (Reuters) - A ARM Holdings, companhia britânica de projeto de chips, anunciou na segunda-feira que sua tecnologia está pronta para "TVs Google" e pode estar disponível nesses aparelhos para uso de Internet no ano que vem, se seus parceiros conseguirem desenvolver produtos baseados em seus projetos.
Caso os processadores da ARM possam encontrar lugar nos televisores Google ou modelos semelhantes, a ARM planeja conquistar participação superior a 50 por cento no mercado mundial de decodificadores e televisores digitais, dentro de três a cinco anos, ante os 30 por cento atuais.
"O mercado tradicional de computadores pessoais está mudando. A computação não está morta. Ela continuará, assim como o crescimento e entusiasmo pelas suas novas formas e modelos de negócios, e evidentemente a TV é um exemplo disso," disse Tudor Brown, presidente da ARM, à Reuters.
"Estou muito confiante em que teremos um processador em larga porcentagem desses televisores, dentro de alguns anos," disse Brown em entrevista em Taipei antes do início da Computex, a segunda maior feira mundial de computadores.
"Já estamos quase lá, este ano. Na verdade não nós, mas os nossos parceiros. Pessoas como a TI, ou Nvidia, ou Samsung," acrescentou.
"Temos a capacidade tecnológica básica para o serviço. Os produtos da ARM são rápidos o bastante para isso, mas a questão é o que as companhias de semicondutores desejam produzir."
No começo do mês, o Google, líder das buscas na Web, divulgou uma arriscada tentativa de unir Web e televisão, para aproveitar o mercado mundial de publicidade televisiva, que movimenta 70 bilhões de dólares anuais, um sonho que se provou impossível até mesmo para a grande rival Apple.
O Google está trabalhando em parceria com a Sony e Intel, em seu projeto de televisão.
A chave para o Google TV é uma área de busca disponível na tela do televisor que funcionará como o site do Google, e usará seu serviço de busca para procurar por programas ao vivo, gravações em vídeo digital e vídeos na Web, oferecendo uma lista relativamente compacta de retornos que poderão ser acessados com por meio de um botão.
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Estudo diz que iPad é mais caro na Europa e mais barato nos EUA
Por Rob Taylor
CANBERRA, Austrália, 31 de maio (Reuters) - A Grã-Bretanha e a Europa são os lugares mais caros do mundo para se comprar o iPad, da Apple, com preços cerca de 25 por cento maiores que nos Estados Unidos, de acordo com um estudo.
Os preços do tablet deveriam ser similares ao redor do mundo, se forem feitos ajustes em taxas de câmbio, mas o índice australiano CommSec iPad afirma que os países mais baratos para se comprar o aparelho, além dos Estados Unidos, estão na Ásia.
"No Reino Unido, Alemanha, França e Itália, os custos de um iPad são 20 a 35 por cento maiores que nos Estados Unidos", disse Craig James, economista-chefe da divisão de ações do Commonwealth Bank da Austrália.
"A questão é se a Apple fixou o preço de seu produto demasiado elevado para o mercado europeu, ou se a libra esterlina e o euro precisam se desvalorizar ainda mais para que o preço global se alinhe."
O índice CommSec é uma variação moderna do conhecido índice Big Mac compilado pela revista The Economist e compara o preço do iPad em 10 países, incluindo Alemanha, França, Itália, Suíça, Espanha, Grã-Bretanha, Japão, Austrália e Canadá.
O preço da versão mais barata do iPad nos EUA é de 499 dólares e na Grã-Bretanha o valor avança para 620 dólares o modelo mais básico, de 16 gigabytes.
O produto, segundo a CommSec, é idêntico em todo o mundo e assim, teoricamente, a única diferença de preços deveria vir de frete e impostos locais.
Mas os temores envolvendo a dívida soberana na Europa e na Grã-Bretanha abalaram o euro e a libra nos últimos meses, tumultuando os mercados cambiais.
CANBERRA, Austrália, 31 de maio (Reuters) - A Grã-Bretanha e a Europa são os lugares mais caros do mundo para se comprar o iPad, da Apple, com preços cerca de 25 por cento maiores que nos Estados Unidos, de acordo com um estudo.
Os preços do tablet deveriam ser similares ao redor do mundo, se forem feitos ajustes em taxas de câmbio, mas o índice australiano CommSec iPad afirma que os países mais baratos para se comprar o aparelho, além dos Estados Unidos, estão na Ásia.
"No Reino Unido, Alemanha, França e Itália, os custos de um iPad são 20 a 35 por cento maiores que nos Estados Unidos", disse Craig James, economista-chefe da divisão de ações do Commonwealth Bank da Austrália.
"A questão é se a Apple fixou o preço de seu produto demasiado elevado para o mercado europeu, ou se a libra esterlina e o euro precisam se desvalorizar ainda mais para que o preço global se alinhe."
O índice CommSec é uma variação moderna do conhecido índice Big Mac compilado pela revista The Economist e compara o preço do iPad em 10 países, incluindo Alemanha, França, Itália, Suíça, Espanha, Grã-Bretanha, Japão, Austrália e Canadá.
O preço da versão mais barata do iPad nos EUA é de 499 dólares e na Grã-Bretanha o valor avança para 620 dólares o modelo mais básico, de 16 gigabytes.
O produto, segundo a CommSec, é idêntico em todo o mundo e assim, teoricamente, a única diferença de preços deveria vir de frete e impostos locais.
Mas os temores envolvendo a dívida soberana na Europa e na Grã-Bretanha abalaram o euro e a libra nos últimos meses, tumultuando os mercados cambiais.
"Facebookcídio" marcará protesto de usuários hoje
"Facebookcídio" marcará protesto de usuários hoje
ANDREA MURTA
DE WASHINGTON
Apesar dos recentes esforços do criador do Facebook, Mark Zuckerberg, para apaziguar a ira despertada por questões de privacidade de dados, usuários revoltados prometem fazer desta segunda o dia de um "suicídio coletivo" de seus perfis no site.
Até a tarde de ontem, o movimento "QuitFacebookDay" (dia de sair do Facebook) congregava mais de 25 mil pessoas que prometiam abandonar a rede virtual de relacionamentos hoje.
É pouco se comparado aos quase 500 milhões de usuários do Facebook, mas mostra que os problemas estão longe de acabar para Mark Zuckerberg, 26.
As duas últimas semanas foram possivelmente as de pior publicidade para a rede desde sua criação em 2004.
Zuckerberg veio a Washington na semana passada apresentar ao Congresso americano e ao mundo as novas regras para privacidade de dados dos usuários do Facebook.
Foi uma tentativa de dar mais opções de controle de divulgação de dados pelos usuários, após alterações que complicaram enormemente o processo.
O Facebook vem tornando há anos cada vez mais públicos os dados que registra dos seus usuários.
Em dezembro último, chegou ao ponto de tornar informações básicas públicas a priori -quem não concordasse com isso teria que bloquear a divulgação por meio de um complicado sistema de opções.
""Acreditamos que o Facebook não tem muito respeito por seus dados", diz a página do movimento "QuitFacebookDay".
O movimento diz que a decisão de sair não é fácil, mas que há opções: "se toda a população do Brasil pode usar o Orkut, cremos que há esperança para você achar um novo lar na rede".
ANDREA MURTA
DE WASHINGTON
Apesar dos recentes esforços do criador do Facebook, Mark Zuckerberg, para apaziguar a ira despertada por questões de privacidade de dados, usuários revoltados prometem fazer desta segunda o dia de um "suicídio coletivo" de seus perfis no site.
Até a tarde de ontem, o movimento "QuitFacebookDay" (dia de sair do Facebook) congregava mais de 25 mil pessoas que prometiam abandonar a rede virtual de relacionamentos hoje.
É pouco se comparado aos quase 500 milhões de usuários do Facebook, mas mostra que os problemas estão longe de acabar para Mark Zuckerberg, 26.
As duas últimas semanas foram possivelmente as de pior publicidade para a rede desde sua criação em 2004.
Zuckerberg veio a Washington na semana passada apresentar ao Congresso americano e ao mundo as novas regras para privacidade de dados dos usuários do Facebook.
Foi uma tentativa de dar mais opções de controle de divulgação de dados pelos usuários, após alterações que complicaram enormemente o processo.
O Facebook vem tornando há anos cada vez mais públicos os dados que registra dos seus usuários.
Em dezembro último, chegou ao ponto de tornar informações básicas públicas a priori -quem não concordasse com isso teria que bloquear a divulgação por meio de um complicado sistema de opções.
""Acreditamos que o Facebook não tem muito respeito por seus dados", diz a página do movimento "QuitFacebookDay".
O movimento diz que a decisão de sair não é fácil, mas que há opções: "se toda a população do Brasil pode usar o Orkut, cremos que há esperança para você achar um novo lar na rede".
Portugal Tel não faz proposta por fatia da Telefónica na Vivo
LISBOA 31 de maio (Reuters) - A Portugal Telecom não apresentou qualquer proposta para a aquisição da participação que a espanhola Telefónica tem na Vivo, informou a companhia portuguesa.
A empresa também divulgou que não foi "tomada qualquer decisão pelos órgãos competentes nesse sentido, apesar de a Portugal Telecom já ter reconhecido o caráter estratégico da Vivo em diversas ocasiões".
"A Portugal Telecom informa não ter apresentado qualquer proposta à Telefónica relativa à aquisição da sua participação de 50 por cento na Brasilcel", afirma a companhia em comunicado.
Após o conselho de administração da Portugal Telecom ter rejeitado uma oferta de 5,7 bilhões de euros feita pela Telefónica pelos 50 por cento que a Portugal Telecom tem na Vivo, a companhia portuguesa tem estado sob pressão da sócia espanhola, que disse que poderá lançar uma oferta pública de aquisição hostil sobre a Portugal Telecom, bloquear seu acesso aos dividendos da Vivo, ou levar o assunto a uma assembleia geral de acionistas.
O presidente-executivo da Portugal Telecom considerou as ameaças uma "chantagem inaceitável" e tem reiterado a intenção de ficar com a Vivo, que tem sido o principal motor de crescimento da Portugal Telecom.
A Telefónica é a maior acionista da Portugal Telecom, com 10 por cento do capital.
(Por Patrícia Vicente Rua)
A empresa também divulgou que não foi "tomada qualquer decisão pelos órgãos competentes nesse sentido, apesar de a Portugal Telecom já ter reconhecido o caráter estratégico da Vivo em diversas ocasiões".
"A Portugal Telecom informa não ter apresentado qualquer proposta à Telefónica relativa à aquisição da sua participação de 50 por cento na Brasilcel", afirma a companhia em comunicado.
Após o conselho de administração da Portugal Telecom ter rejeitado uma oferta de 5,7 bilhões de euros feita pela Telefónica pelos 50 por cento que a Portugal Telecom tem na Vivo, a companhia portuguesa tem estado sob pressão da sócia espanhola, que disse que poderá lançar uma oferta pública de aquisição hostil sobre a Portugal Telecom, bloquear seu acesso aos dividendos da Vivo, ou levar o assunto a uma assembleia geral de acionistas.
O presidente-executivo da Portugal Telecom considerou as ameaças uma "chantagem inaceitável" e tem reiterado a intenção de ficar com a Vivo, que tem sido o principal motor de crescimento da Portugal Telecom.
A Telefónica é a maior acionista da Portugal Telecom, com 10 por cento do capital.
(Por Patrícia Vicente Rua)
sábado, 29 de maio de 2010
Salesforce diz que processo da Microsoft pode prejudicar lucro
BOSTON (Reuters) - A Salesforce.com disse que o recente processo aberto pela Microsoft contra a empresa poderá prejudicar o lucro da companhia por um trimestre, mas o litígio é incapaz de comprometer sua saúde financeira.
A Microsoft abriu ação em 18 de maio, acusando o software baseado em Internet da Salesforce.com para gestão de atividades de vendas de infringir nove de suas patentes.
A gigante do software alega que a Salesforce.com usa tecnologia da Microsoft em menus, barras de ferramentas e interface gráfica.
A Salesforce informou nesta sexta-feira que ainda está investigando as acusações, mas as duas companhias já discutiram o assunto desde que a Microsoft abriu o processo na semana passada.
(Reportagem de Jim Finkle, com reportagem adicional de Bill Rigby)
A Microsoft abriu ação em 18 de maio, acusando o software baseado em Internet da Salesforce.com para gestão de atividades de vendas de infringir nove de suas patentes.
A gigante do software alega que a Salesforce.com usa tecnologia da Microsoft em menus, barras de ferramentas e interface gráfica.
A Salesforce informou nesta sexta-feira que ainda está investigando as acusações, mas as duas companhias já discutiram o assunto desde que a Microsoft abriu o processo na semana passada.
(Reportagem de Jim Finkle, com reportagem adicional de Bill Rigby)
Nokia e Opera manifestam apoio a AdobeFlash em disputa com Apple
LONDRES (Reuters) - A fabricante de celulares Nokia e a Opera Software manifestaram seu apoio ao programa Flash, da Adobe Systems, na campanha que a Apple travou contra o software de multimídia.
O presidente-executivo da Apple, Steve Jobs, criticou o Adobe Flash, software usado em muitos smartphones, no mês passado, dizendo que o software é instável e pouco adequado para uso em aparelhos móveis, esquentando uma antiga disputa entre as duas empresas.
O co-fundador da Opera --que fabrica o navegador mais usado em smartphones e apóia iniciativas open source-- disse na quinta-feira que sua empresa irá apoiar a tecnologia Flash.
"É o único programa de Internet não-aberto que apoiamos", disse Jon von Tetzchner durante a conferência Open Mobile Summit, em Londres.
"Também apoiamos o Adobe Flash", disse o chefe da unidade de soluções corporativas da Nokia, Alberto Torres.
Vídeos e jogos que operam com base na tecnologia Flash são frequentes em sites da Web, mas a Apple não permite o uso do programa em seus aparelhos iPhone e iPad.
A disputa entre Apple e Adobe começou há alguns meses. A Apple já criticou o programa por atrair vírus e usar muita bateria, enquanto a Adobe acusa a Apple de exercer um controle injusto sobre programadores de aplicativos para o iPhone e o iPad.
(Reportagem de Tarmo Virki)
O presidente-executivo da Apple, Steve Jobs, criticou o Adobe Flash, software usado em muitos smartphones, no mês passado, dizendo que o software é instável e pouco adequado para uso em aparelhos móveis, esquentando uma antiga disputa entre as duas empresas.
O co-fundador da Opera --que fabrica o navegador mais usado em smartphones e apóia iniciativas open source-- disse na quinta-feira que sua empresa irá apoiar a tecnologia Flash.
"É o único programa de Internet não-aberto que apoiamos", disse Jon von Tetzchner durante a conferência Open Mobile Summit, em Londres.
"Também apoiamos o Adobe Flash", disse o chefe da unidade de soluções corporativas da Nokia, Alberto Torres.
Vídeos e jogos que operam com base na tecnologia Flash são frequentes em sites da Web, mas a Apple não permite o uso do programa em seus aparelhos iPhone e iPad.
A disputa entre Apple e Adobe começou há alguns meses. A Apple já criticou o programa por atrair vírus e usar muita bateria, enquanto a Adobe acusa a Apple de exercer um controle injusto sobre programadores de aplicativos para o iPhone e o iPad.
(Reportagem de Tarmo Virki)
Microsoft aposta em novo navegador Internet Explorer 9
Por Georgina Prodhan
LONDRES (Reuters) - A Microsoft pode retomar a liderança sobre seus concorrentes Google e Mozilla com o novo navegador que planeja lançar no ano que vem, afirmou o chefe da unidade do Internet Explorer da companhia.
Ryan Gavin disse em entrevista à Reuters que o Internet Explorer 9 está gerando interesse entre programadores externos, que são chave para seu sucesso, graças a novos recursos e a uma atitude mais aberta a aplicativos desenvolvidos por terceiros.
A Microsoft, que na quarta-feira perdeu sua liderança como maior empresa de tecnologia do mundo em valor de mercado para a Apple, tem visto sua fatia no mercado de navegadores de Internet cair de 95 por cento no começo dos anos 2000 para 60 por cento.
Reguladores europeus e norte-americanos vêm ajudando o crescimento de programas rivais, como o Google Chrome, ao forçar a separação do navegador da Microsoft de seu sistema operacional Windows, o mais usado no mundo.
O Google também está desenvolvendo seu próprio sistema operacional, com base no Chrome, que segundo a empresa será menos pesado que o Windows e mais acessível em relação à Web, além de ser gratuito.
A Microsoft está apostando que o Internet Explorer 9 fornecerá uma experiência visual muito superior à dos atuais navegadores no mercado com o poderoso processador de gráficos do computador, através do Windows, para acelerar o processamento do software.
Com HTML5, um novo padrão que vem ganhando popularidade, a Microsoft também espera melhorar efeitos visuais usando uma só de linguagem de marcação que pode ser usada em todos os navegadores, o que simplifica o trabalho de programadores e melhora a experiência do internauta.
A linguagem HTML5 permite o uso de aplicativos visuais como vídeos, que hoje em dia dependem do programa Adobe Flash ou o menos comum Microsoft Silverlight para serem visualizados.
LONDRES (Reuters) - A Microsoft pode retomar a liderança sobre seus concorrentes Google e Mozilla com o novo navegador que planeja lançar no ano que vem, afirmou o chefe da unidade do Internet Explorer da companhia.
Ryan Gavin disse em entrevista à Reuters que o Internet Explorer 9 está gerando interesse entre programadores externos, que são chave para seu sucesso, graças a novos recursos e a uma atitude mais aberta a aplicativos desenvolvidos por terceiros.
A Microsoft, que na quarta-feira perdeu sua liderança como maior empresa de tecnologia do mundo em valor de mercado para a Apple, tem visto sua fatia no mercado de navegadores de Internet cair de 95 por cento no começo dos anos 2000 para 60 por cento.
Reguladores europeus e norte-americanos vêm ajudando o crescimento de programas rivais, como o Google Chrome, ao forçar a separação do navegador da Microsoft de seu sistema operacional Windows, o mais usado no mundo.
O Google também está desenvolvendo seu próprio sistema operacional, com base no Chrome, que segundo a empresa será menos pesado que o Windows e mais acessível em relação à Web, além de ser gratuito.
A Microsoft está apostando que o Internet Explorer 9 fornecerá uma experiência visual muito superior à dos atuais navegadores no mercado com o poderoso processador de gráficos do computador, através do Windows, para acelerar o processamento do software.
Com HTML5, um novo padrão que vem ganhando popularidade, a Microsoft também espera melhorar efeitos visuais usando uma só de linguagem de marcação que pode ser usada em todos os navegadores, o que simplifica o trabalho de programadores e melhora a experiência do internauta.
A linguagem HTML5 permite o uso de aplicativos visuais como vídeos, que hoje em dia dependem do programa Adobe Flash ou o menos comum Microsoft Silverlight para serem visualizados.
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