terça-feira, 23 de novembro de 2010

Conheça programas que auxiliam a recuperar arquivos deletados

Ronaldo Prass Especial para o G1

Conheça programas que auxiliam a recuperar arquivos deletados
Ideal é que a varredura do aplicativo seja executada o mais breve possível.Deixe suas dúvidas e comentários na área de comentários.

Fotos armazenadas num cartão de memória, arquivos num pendrive ou em um HD externo, músicas num mp3 player e muitos outros arquivos estão sujeitos à remoção acidental. A boa notícia é que existem programas que permitem a recuperação de boa parte ou, em alguns casos, a totalidade dos arquivos que foram removidos indevidamente, mesmo que a lixeira já tenha sido limpa ou que o disco rígido tenha sido formatado.


Para que programas com essa finalidade funcionem com efetividade, o ideal é que a varredura do aplicativo de recuperação seja executada o mais breve possível após a exclusão indesejada. Esse processo pode levar minutos ou até horas, dependendo do tamanho da unidade de armazenamento que está sendo vasculhada. Programas assim verificam setores da unidade que ainda não foram sobrescritos por outros dados. Por conta disso, para que a recuperação seja bem sucedida, o ideal é recorrer ao programa o quanto antes.


Nessa coluna irei apresentar o Recuva, um programa gratuito, que pode ser instalado tanto no Windows XP, quanto no Windows 7. Além de uma interface amigável, ele está disponível em português.


Você pode fazer o download do Recuva no site do Baixatudo. Se preferir, existe também a versão portátil, que, além de não necessitar instalação, pode ser usada a partir de um pendrive. Após a sua instalação, execute o aplicativo. Se o dispositivo que você deseja efetuar a tentativa da recuperação dos dados for externo, conecte-o em seu computador.


Irei demonstrar a recuperação de arquivos num pendrive que recém foi formatado. Vale salientar que, em caso de formatação, parte dos arquivos perdidos podem ter sido sobrescritos na gravação do novo sistema de arquivos, o que inviabilizaria a recuperação dos dados perdidos.
Inicie o Recuva. O aplicativo oferece um assistente que permite ao usuário definir a o local de pesquisa.




O uso do assistente pode ser dispensado caso desejar. Mas é recomendável que usuários iniciantes sigam as etapas propostas pelo assistente, até que tenham domínio do programa.Clique em Avançar.



Nessa etapa, é possível definir quais tipos de arquivos deverão ser recuperados. Se a necessidade for recuperar arquivos de todos os formatos, marque a opção Outros e clique em Avançar.

É possível fazer uma varredura em busca de arquivos removidos não só num dispositivo de armazenamento externo. O programa permite a definição de uma pasta específica, incluindo a própria lixeira do Windows. Quanto maior for a abrangência da pesquisa, maior será o tempo necessário para a sua conclusão. Dependendo do tamanho a ser pesquisado, esse procedimento pode levar horas. Para indicar um local específico, clique em Navegar e vá até o local conforme a sua escolha e após clique em Avançar. Para iniciar o processo marque a opção Habilitar a Verificação Profunda e clique em Iniciar.

Aguarde enquanto o programa pesquisa e verifica a integridade dos arquivos. Ao término da varredura será exibida uma tela com os arquivos que foram localizados. Para cada arquivo haverá um indicador colorido. Cor verde indica que o arquivo pode ser recuperado com total integridade; cor laranja indica que o arquivo pode ser recuperado parcialmente; cor vermelha indica que o arquivo já foi sobrescrito, portanto não será possível recuperá-lo.

Arquivos localizados que poderão ser recuperadospelo programa. (Foto: Reprodução)
Entre os arquivos que estiverem disponíveis, selecione os que deseja recuperar. Também é possível selecionar todos. Após selecionados, defina o local em que os arquivos serão restaurados.

O procedimento descrito aqui na coluna é bem simplificado e por conta disso a sua eficácia, ainda que comprovada, pode não ser a ideal para situações extremas. Existem empresas que atuam no mercado e são especializadas na recuperação de dados. Por se tratar de um procedimento complexo e com um aparato apropriado, em muitos casos o sucesso da recuperação de dados é mais abrangente do que o descrito aqui. Entretanto, esta dica é bastante útil e sem custos para a necessidade de muitos usuários domésticos.

* Ronaldo Prass é programador de sistemas sênior e professor de linguagens de programação em cursos de extensão universitários. É ao mesmo tempo um entusiasta do software livre e macmaníanco. Nem por isso deixa de conferir o que está rolando nas outras tecnologias. Na coluna “Tira-dúvidas”, ele vai dar dicas para tornar o uso do computador mais fácil e divertido, além de responder as dúvidas dos leitores na seção de comentários.
Fonte: Globo.com

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

A censura à internet nos EUA

Enviado por luisnassif

Do Blog do Noblat

EUA: censura à internet pode estar a caminho

André Machado, O Globo

Está em tramitação no Congresso americano um projeto de lei que pode sacudir a internet. Se aprovada, a lei, batizada como Combating Online Infringement and Counterfeits Act, daria poder ao governo dos Estados Unidos de mandar bloquear qualquer site ou domínio que hospede conteúdo violando direitos autorais.

E não é só essa a ameaça à privacidade na rede mundial. Segundo o jornal "The New York Times", diretores do FBI, a polícia federal americana, já se reuniram com executivos da Google e do Facebook, entre outras empresas, para discutir uma proposta que torne mais fácil grampear internautas.

Os agentes querem reforçar uma lei de 1994 chamada Communications Assistance for Law Enforcement Act, para enquadrar mais as empresas do mundo on-line.


Segundo essa lei, as operadoras de telecomunicações e os provedores de internet e banda larga devem estar sempre dispostas a cumprir ordens judiciais que exijam escutas telefônicas, e o FBI quer estendê-las também a gigantes como Google e Facebook, já que as pessoas cada vez mais usam suas ferramentas para se comunicar on-line.

Meio-termo seria a solução

Para o advogado especializado em direitos autorais na era digital Renato Opice Blum, essa movimentação ilustra muito bem a difícil tarefa dos governos de legislar em cima da rapidez da tecnologia.

- O legislador precisa buscar o equilíbrio. Há sites que contêm coisas ilegais, mas também apresentam conteúdo legal - diz Blum. - O YouTube, por exemplo. Pode apresentar conteúdo que viole copyright, mas também tem muitos vídeos legítimos. Por isso, é preciso que a lei dose seu veneno, ou sua vacina.

De acordo com o advogado brasileiro, o projeto americano tem como alvo os sites que flagrante e repetidamente se dedicam a violar o direito autoral.

- A lei brasileira prevê o fechamento e responsabilização civil e criminal de sites pela chamada "infração por contribuição", mas é preciso separar o que é legal e ideal na mesma plataforma - explica Blum. - É preciso ter um meio-termo, que no Brasil é a ação inibitória, a qual permite retirar de um site o conteúdo que viole direitos, mas não fechar o site em si.

Nos EUA, entidades defensoras da liberdade de expressão já iniciaram uma grita contra o projeto de lei, apresentado pelo senador democrata Patrick Leahy, do estado de Vermont. A Electronic Frontier Foundation (EFF), por exemplo, chegou a compilar uma lista de sites que terão de sair da rede se o projeto for aprovado. É o caso de páginas como o Rapidshare ou o Mediafire, que permitem uploads dos próprios usuários, ou blogs de MP3 e sites de remixes musicais.

Para a EFF, hoje, apesar da repressão, ainda há um equilíbrio entre "as punições devido ao copyright violado e à liberdade dos sites de inovar". Com a nova lei (sem falar na iniciativa do FBI), os grupos de defesa das liberdades civis on-line acreditam que será instaurada de vez uma censura prévia na rede.

Brian Contos, diretor de Estratégia de Segurança Global e Gestão de Risco da McAfee, diz ao GLOBO que o projeto de lei americano, de fato, gera preocupações em relação à censura.

- Há sempre uma preocupação com o que é censurado agora e o que será censurado depois - diz Brian. - Pense nos filmes. Censura-se uma cópia pirata hoje, daqui a pouco um blog com posts negativos sobre filmes amanhã e no dia depois de amanhã pode ser um site de um estúdio concorrente produzindo um filme parecido.

Professor sugere debater o assunto

Contos explica que existem duas "listas negras" sendo debatidas no governo dos EUA. Uma vem do procurador-geral e outra da Suprema Corte.

- E quem garante que não haverá mais listas negras no futuro? Poderiam ser geradas por diversos grupos, até de fora do governo, e bloquear cada vez maiores listas de conteúdos - vaticina. - Os controles sugeridos para os servidores de nomes de domínio nos EUA e a inclusão em listas negras equivalem a botar curvas numa estrada para evitar que os motoristas corram. Isso vai barrar tentativas básicas de acessar os sites, pelo menos no começo. Mas não será uma solução abrangente. Logo aparecerão formas de acessar os sites.

Ele acredita que qualquer lei sobre esse assunto só dará certo se houver discussões bem mais detalhadas envolvendo todos os setores.

- Me parece que há algo podre aí, e é preciso debater se realmente isso deveria ser feito e, em caso positivo, como deveria ser feito.

O projeto de lei foi duramente atacado nos EUA pelo professor de Direito David Post, da Universidade de Temple. Ele escreveu que "se virar lei, o projeto alterará fundamentalmente a política americana sobre a expressão na internet, e criará um perigoso precedente com sérias consequências em potencial para a liberdade de expressão e a liberdade da internet global". Isso porque o projeto de Leahy prevê a ação do governo contra os domínios "mesmo que tal nome de domínio não esteja localizado nos EUA".


Fonte: http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/a-censura-a-internet-nos-eua?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter

Folha lança novo aplicativo para iPad

Eduardo Anizelli/Folhapress

DE SÃO PAULO

A Folha lança hoje seu novo aplicativo para iPad. Com ele, o internauta poderá acompanhar na íntegra as notícias do jornal impresso, assim como as últimas notícias da Folha.com, atualizadas 24h por dia. O programa já pode ser baixado no iTunes App Store (pelo aparelho ou no endereço http://www.folha.com.br/103233). Inicialmente, durante período de "degustação", o conteúdo será gratuito.

O aplicativo foi concebido exclusivamente para navegação no tablet da Apple, que ainda não chegou oficialmente ao Brasil. Permite de forma simples e intuitiva ler as notícias por editoria ou as mais recentes da Folha.com. Desde 22 de maio, a Folha disponibiliza no iPad sua edição completa em fac símile, com acesso pelo navegador Safari, no endereço edicaodigital.folha.com.br.

Aplicativo da Folha permite acompanhar as notícias do jornal impresso, assim como as últimas da Folha.com

Com desenho do editor de arte da equipe de novas mídias da Folha.com, Marcelo Katsuki, o programa foi concebido para criar uma experiência de leitura única, adequando o conteúdo do jornal impresso e da Folha.com para o aparelho. Uma equipe especializada de jornalistas cuidará da edição diária, exclusiva para o iPad, a partir do conteúdo do jornal impresso, disponibilizado na íntegra, com leitura em texto ou fac símile, exatamente como foi publicado no papel.
A edição será atualizada ao longo do dia, sempre que necessário. Com isso, o leitor do jornal poderá acompanhar em um único lugar o noticiário publicado, suas atualizações e também as últimas notícias da Folha.com.

O software traz ainda a Rádio Folha, que tem cinco programações musicais, intercaladas com boletins noticiosos produzidos pelos jornalistas e colunistas da Folha. O usuário pode ouvir música ao mesmo tempo em que lê as notícias.

Uma galeria reúne as fotos publicadas no jornal, além de material adicional. O aplicativo está preparado para exibir vídeos da Folha em formato compatível com a linguagem do iPad. Os dispositivos fabricados pela Apple não permitem a exibição de vídeo em formato Flash, comum na internet. O programa foi desenvolvido em parceria entre a equipe da Novas Mídias da Folha e a Digital Pages.

Segundo pesquisa da empresa Strategy Analytics, de julho, a Apple controla com seu iPad 95% do mercado de computadores tablet nos EUA. O aparelho da Apple foi anunciado em janeiro, começou a ser comercializado em abril e já vendeu mais de 7,5 milhões de unidades nos EUA. No Brasil, as vendas, ainda não anunciadas oficialmente, devem se iniciar em breve.

Na última quarta-feira, a Folha lançou seu aplicativo para o sistema Android 2.2 (froyo).
É o primeiro jornal a ter ferramenta desenvolvida exclusivamente para esse sistema operacional. Com isso, o jornal também está presente no Galaxy Tab, da Samsung, tablet concorrente do iPad que começou a ser vendido ontem pelas operadoras TIM, Claro e Vivo.
O conteúdo da Folha também está disponível em aplicativo para iPhone e iPod e em uma página exclusiva editada na maior rede social do mundo, o Facebook, no endereço www.facebook.com/folhadesp.

"O sucesso das aplicações para novas mídias depende de dois fatores: um programa com navegação simples e uma edição especial, que respeite as características do meio. Ao final, o papel do editor é o que vai tornar o conteúdo especial", diz Ana Lucia Busch, 44, diretora-executiva da Folha.com, responsável pelo grupo de desenvolvimento de novas mídias.
Folha de SP

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Jovens viciados em internet têm risco maior de depressão


(Thinkstock)

Jovens viciados em internet têm risco maior de depressão

Segundo pesquisa, estudantes que usavam a internet irracionalmente correm duas vezes mais o risco de desenvolver a doença

Os adolescentes "viciados" em internet têm mais do que o dobro de chances de sofrerem depressão do que aqueles que navegam na rede de forma mais controlada, revela um estudo divulgado nesta segunda-feira nos Estados Unidos.

De acordo com o estudo publicado no Archives of Pedriatic and Adolescent Medicine, 1.041 adolescentes de Guangzhou, no sudeste da China, preencheram um questionário para identificar se acessavam a internet de forma patológica e se sofriam de ansiedade e depressão.

A grande maioria dos adolescentes --mais de 940-- utilizava a internet corretamente. Segundo o estudo, porém, 62 (6,2%) foram classificados como usuários de internet moderadamente patológicos, e 2 (0,2%) como "severamente patológicos".

Nove meses depois, a condição psicológica dos adolescentes voltou a ser avaliada e os pesquisadores descobriram que os estudantes que usavam a internet descontrolada ou irracionalmente tinham uma propensão duas vezes e meia maior de desenvolver uma depressão do que aqueles que acessavam a rede de maneira moderada.

(Com Agência France-Presse)

Revista VEJA

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Os Benefícios da Computação em Nuvem – Cloud Computing

Uma nova tecnologia em termos de hosting vem ganhando destaque no mercado de hospedagem de sites brasileiro, é a Computação em Nuvem, ou Cloud Computing.

Este tipo de web hosting, disponibilizado por vários provedores de hospedagem no Brasil, é uma tecnologia que permite que os usuários consigam controlar aplicativos e ter acesso aos seus arquivos armazenados no datacenter de um provedor de hospedagem utilizando qualquer computador que tenha acesso à internet. Cloud Computing permite que o usuário tenha mais controle, com a eficiência da tecnologia em computação, reunindo memória, armazenamento de largura de banda e processamento. É uma tecnologia que "emula" um processo de dedicated hosting.

Gmail e Yahoo são bons exemplos de computação em nuvem, já que não há uma necessidade de um servidor ou software para utilizá-los: O único tipo de software ou hardware que você precisa é uma conexão com a internet para poder enviar e-mails. A gestão e o servidor de e-mail estão na internet e podem ser gerenciadas pelo Yahoo, Google ou um serviço parecido. O cliente pode usar esse tipo de software e desfrutar dos benefícios da sua utilização. Há três divisões dentro da computação em nuvem. São elas: aplicativos, plataformas e infra-estrutura.

Qualquer um desses serviços de clou computing oferece um tipo diferente de resultado para empresas e indivíduos em todo o mundo. Aplicativos – Os benefícios da utilização da tecnologia de cloud computing na hospedagem de sites ajudou a reduzir os custos de muitas empresas, já que eles não têm de lidar com os custos de manutenção, licenças e hardware necessários para rodar tudo em um servidor local. As empresas estão mais propensas a executar este de forma mais produtiva a partir de uma perspectiva mais abrangente dentro da computação.

Plataformas – Essa tecnologia de web hosting permite que os usuários finais possam chegar às aplicações que estão em servidores centralizados, servindo como uma ponte que liga o aplicativo diretamente ao usuário.

Infra-estrutura – Esta é como o centro de todo o conceito. Ela permite ao usuário construir aplicações: como o Google Gears. Outra rede que a utiliza é a Amazon.com (AMZN) – “Armazenamento da nuvem”

Cloud computing é uma ótima maneira de economizar dinheiro quando se trata de provedor de hospedagem, tendo em vista que este tipo de tecnologia garante praticidade e versatilidade para os sistemas na maioria das pequenas e grandes empresas. O mercado de hosting brasileiro não parou no tempo, mas em se tratando de hospedagem profissional, ainda temos muito a evoluir.

Fonte: http://www.blogdoecommerce.com.br/o-que-e-cloud-computing/