terça-feira, 5 de janeiro de 2010

IBM e Polycom ampliam aliança em videoconferências

IBM e Polycom ampliam aliança em videoconferências
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010 19:17

NOVA YORK (Reuters) - A Polycom informou nesta segunda-feira que ampliará seu acordo com a IBM para introduzir serviços de videoconferência para consumidores, competindo com o Skype e com um produto ainda a ser anunciado pela Cisco Systems.
As duas empresas planejam revelar um produto para videoconferência em alta definição durante a feira Consumer Electronics Show, em Las Vegas.
O produto permitirá a realização de conferências com diversos participantes através de conexões de banda larga, segundo a Polycom. A empresa não divulgou preços ou data de início das vendas.
A Polycom e a IBM já oferecem juntas serviços de videoconferência corporativa.
A mais recente iniciativa ajudarão ambas as empresas no mercado de serviços voltados a consumidores, onde irão competir com o Skype.
A Cisco, maior produtora mundial de equipamentos de rede, também pretende oferecer para consumidores em breve uma versão de seu produto de videoconferência voltado a empresas, o TelePresence.
A competição no mundo da comunicação online via vídeo tem se intensificado, com a Cisco comprando a norueguesa Tandberg, maior provedora mundial de serviços de videoconferência.
(Por Ritsuko Ando)

sábado, 2 de janeiro de 2010

China fez 5.394 prisões em 2009 em repressão à pornografia

China fez 5.394 prisões em 2009 em repressão à pornografia
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010 11:50

PEQUIM (Reuters) - A polícia chinesa prendeu milhares de pessoas em 2009 numa iniciativa de combate à pornografia na Internet, informaram autoridades, prometendo intensificar a repressão que, segundo críticos, está sendo usada também para intensificar a censura geral.
O governo chinês lançou uma campanha altamente divulgada contra o que as autoridades disseram ser imagens obscenas que estariam dominando a Internet no país e ameaçando a saúde emocional das crianças.
A polícia chinesa anunciou que a repressão à pornografia digital resultou em 5.394 prisões e 4.186 investigações criminais em 2009, multiplicando esses casos por quatro em relação a 2008.
O anúncio feito no site do Ministério de Segurança Pública (www.mps.gov.cn) diz que a campanha será intensificada em 2010.
De acordo com o comunicado da seção do Ministério que cuida da segurança na Internet, a polícia "vai intensificar as punições a operações da Internet que violam leis e normas".
"Reforcem o monitoramento de informações", exortou o comunicado. "Pressionem os provedores de acesso à Internet a instalar tecnologia preventiva."
Com estimados 360 milhões de internautas, a China tem a maior população online do mundo. Mas o Partido Comunista teme que a Internet possa tornar-se uma via perigosa de acesso a imagens e ideias ameaçadoras.
O ministério não informou quantos dos 5.394 suspeitos presos foram posteriormente indiciados, libertados ou processados.
Em um esforço visto por alguns como tentativa do governo de reforçar seu controle sobre as novas mídias, a campanha contra a pornografia também alvejou muitos sites com conteúdo político delicado ou simplesmente com conteúdos gerados por usuários.
A China proibiu o acesso a vários sites e serviços populares na Internet, incluindo o YouTube, Twitter, Flickr e Facebook, além de sites chineses de partilha de conteúdos.
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010 11:50 BRST

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PEQUIM (Reuters) - A polícia chinesa prendeu milhares de pessoas em 2009 numa iniciativa de combate à pornografia na Internet, informaram autoridades, prometendo intensificar a repressão que, segundo críticos, está sendo usada também para intensificar a censura geral.
O governo chinês lançou uma campanha altamente divulgada contra o que as autoridades disseram ser imagens obscenas que estariam dominando a Internet no país e ameaçando a saúde emocional das crianças.
A polícia chinesa anunciou que a repressão à pornografia digital resultou em 5.394 prisões e 4.186 investigações criminais em 2009, multiplicando esses casos por quatro em relação a 2008.
O anúncio feito no site do Ministério de Segurança Pública (www.mps.gov.cn) diz que a campanha será intensificada em 2010.
De acordo com o comunicado da seção do Ministério que cuida da segurança na Internet, a polícia "vai intensificar as punições a operações da Internet que violam leis e normas".
"Reforcem o monitoramento de informações", exortou o comunicado. "Pressionem os provedores de acesso à Internet a instalar tecnologia preventiva."
Com estimados 360 milhões de internautas, a China tem a maior população online do mundo. Mas o Partido Comunista teme que a Internet possa tornar-se uma via perigosa de acesso a imagens e ideias ameaçadoras.
O ministério não informou quantos dos 5.394 suspeitos presos foram posteriormente indiciados, libertados ou processados.
Em um esforço visto por alguns como tentativa do governo de reforçar seu controle sobre as novas mídias, a campanha contra a pornografia também alvejou muitos sites com conteúdo político delicado ou simplesmente com conteúdos gerados por usuários.
A China proibiu o acesso a vários sites e serviços populares na Internet, incluindo o YouTube, Twitter, Flickr e Facebook, além de sites chineses de partilha de conteúdos.

Apple vence processo sobre alegadas perdas de audição por iPod


Steve Jobs fala sobre o novo iPod Nano, em San Francisco. Um tribunal federal rejeitou na quarta-feira um processo que tentava culpar a Apple por possível perda auditiva causada por seu tocador iPod.09/09/2009.
REUTERS/Robert Galbraith


Apple vence processo sobre alegadas perdas de audição por iPod
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009 12:06


Por Jonathan Stempel
NOVA YORK, 31 de dezembro (Reuters) - Um tribunal federal rejeitou na quarta-feira um processo que tentava culpar a Apple por possível perda auditiva causada por seu tocador iPod.
O tribunal de São Francisco afirmou que os queixantes não foram capazes de mostrar que o uso do iPod apresenta um risco de perda auditiva por indução de ruído.
Jeff Friedman, advogado californiano representando os queixantes, não estava imediatamente disponível para comentar o caso. David Bernick, que representou a Apple, não teceu comentários. Um porta-voz da empresa não estava disponível para detalhes.
A Apple vendeu mais de 220 milhões de iPods desde seu lançamento em 2001. Ela dá um aviso em cada iPod em que pede que os usuários evitem danos auditivos ajustando o volume em níveis seguros.
Os queixantes, Joseph Birdsong e Bruce Waggoner, argumentaram que os fones do iPod são projetados para serem colocados fundo no canal do ouvido, o que aumenta o perigo de danos auditivos.
Eles também disseram que os iPods representam um risco por conta de sua falta de medidas de volume ou propriedades de isolamento de ruído, apesar de ser capaz de produzir som de até 115 decibéis.
O tribunal afirmou que os reclamantes mostraram formas que eles acreditam podem tornar o iPod mais seguro, mas não que ele é perigoso.
"No máximo, os queixantes alegaram um risco potencial de perda auditiva não para si, mas para outros usuários não identificados de iPod", colocou.
Joseph Birdsong e Bruce Waggoner procuravam indenizações e exigir que a Apple melhorasse seus fones de ouvido, além de testar os usuários de iPod para perda auditiva.
(Reportagem de Jonathan Stempel)

Processo da Nokia contra a Apple é risco, mas pode compensar

Processo da Nokia contra a Apple é risco, mas pode compensar
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009 17:26

Por Brett Young
HELSINQUE (Reuters) - O mais recente golpe na luta sobre patentes entre a Nokia e a Apple ilustra a mudança na dinâmica do mercado de celulares, já que a líder do setor não mais desfruta de vantagem sobre os rivais em termos de desenvolvimento de produtos.
Mas os analistas acreditam que os riscos envolvidos em ingressar em um campo minado judicial para ajudar a Nokia a compensar o tempo perdido, especialmente no mercado de celulares inteligentes, que cresce rapidamente, podem ser produtivos, dado o imenso estoque de patentes que a Nokia acumulou como uma das pioneiras na fabricação de celulares.
A Nokia intensificou a pressão na terça-feira por meio de uma nova contestação de patentes contra a fabricante do iPhone, e a chance de uma represália pela Apple, enquanto as empresas tentam conquistar vantagens antes de possíveis negociações para um acordo, parece elevada.
"Em certa medida, é uma jogada de desespero, mas a Nokia está no mercado de celulares desde o começo e tem muito mais patentes que a Apple, de modo que é provável que a Apple tenha de alguma maneira utilizado patentes da Nokia, e talvez de outras empresas", disse o analista Greger Johansson, da Redeye.
Em queixa apresentada à International Trade Commission dos Estados Unidos, a Nokia alega que a Apple violou suas patentes em "praticamente todos os seus celulares, players portáteis de música e computadores".
A Nokia agora está aguardando que a ITC, que investiga assuntos referentes à violação de propriedades intelectuais no comércio internacional, decida se vai ou não acatar a queixa, em prazo de cerca de 30 dias.
A ação agressiva surge em um período de fraco desempenho pela Nokia no mercado de celulares inteligentes, que cresce rapidamente. Agora, a empresa deseja reconquistar o mercado perdido para rivais como a Apple e a Research in Motion, fabricante do Blackberry.
"Isso parece estar acontecendo porque a Nokia enfrentou dificuldades no último ano ou dois... caso ela estivesse avançando bem no mercado de celulares inteligentes, não creio que as patentes se tornassem questão séria", disse Johansson.

Varejo online movimenta R$1,6 bilhão no Natal

Varejo online movimenta R$1,6 bilhão no Natal, alta de 28%
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009 14:53

SÃO PAULO (Reuters) - As vendas do comércio eletrônico brasileiro movimentaram 1,6 bilhão de reais em bens de consumo no período natalino deste ano, uma alta de 28 por cento em relação ao ano anterior, de acordo com números divulgados nesta quarta-feira por uma empresa de pesquisa.
Segundo levantamento realizado para o período entre 15 de novembro e 24 de dezembro pela empresa de pesquisa e-bit, as vendas de cerca de 1,6 bilhão de reais representam novo recorde para o varejo online do país e um avanço sobre a marca de 1,25 bilhão de reais registrada um ano antes. A expectativa da companhia de medição é que a haja expansão maior nos próximos anos.
"Com esse faturamento expressivo, nota-se que o consumidor está mais preparado e programado para comprar via web, além de estar com a confiança retomada para fazer compras. Para os próximos anos, o crescimento deverá ser ainda maior", afirmou em comunicado Pedro Guasti, diretor geral da e-bit.
O estudo aponta que a categoria mais procurada foi a de livros, seguida pela de eletrodomésticos, segmento ainda impulsionado pela redução de Imposto sobre Produtos Industrializados, e saúde, beleza e medicamentos. Itens de informática e eletrônicos ficaram, respectivamente, na quarta e quinta posições.
O maior dia de vendas foi 16 de dezembro, no qual registraram-se 150 mil encomendas, cerca de 50 por cento acima do volume de um dia normal.
A pesquisa afirma que a preferência do consumidor têm crescido em relação a produtos de alto valor agregado, como bens de informática e eletrodomésticos, contra a dominância de itens mais baratos até poucos anos atrás, como CDs e DVDs.
A e-bit destaca a comparação entre as vendas físicas e online. Enquanto o comércio eletrônico apresentou um crescimento de 28 por cento no período do Natal na comparação anual, o varejo físico cresceu 6,8 por cento, afirma a empresa citando dados da Serasa Experian.
Dados mais recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de outubro mostram que o varejo físico brasileiro cresceu 8,4 por cento em relação ao mesmo mês de 2008, ante expectativa do mercado de expansão de 6,5 por cento. Para mais informações clique .
Uma pesquisa do IBGE aponta que o número de brasileiros com acesso à Internet cresceu 75,3 por cento entre 2005 e 2008, passando a 56,4 milhões de usuários.
(Por Rodolfo Barbosa)

Nuance compra SpinVox por US$103 mi

Nuance compra SpinVox por US$103 mi
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009 17:25

Por Manasi Pradke
(Reuters) - A fornecedora de tecnologia de reconhecimento de voz Nuance Communications anunciou que comprou a rival de menor porte SpinVox, uma empresa de capital fechado, por cerca de 103 milhões de dólares em dinheiro e ações, a fim de reforçar suas operações no segmento de conversão de voz a texto.
A Nuance bancará a transação com 66 milhões de dólares em reservas de caixa e 36,5 milhões de dólares em ações, ou cerca de 2,3 milhões de ações, anunciou a empresa em comunicado.
Em entrevista concedida em março de 2008, o presidente-executivo da SpinVox declarou à Reuters que a empresa havia sido avaliada em mais de 500 milhões de dólares, com base em uma terceira rodada de capitalização realizada junto a uma divisão do Goldman Sachs Group e a outros investidores institucionais.
Abhey Lamba, analista do ISI Group, disse que houve boatos sobre a aquisição dois meses atrás, e que ela não havia sido uma surpresa.
O acordo elevará em 35 milhões a 40 milhões de dólares a receita da Nuance em seu atual ano fiscal, que se encerra em setembro, ele disse.
A SpinVox, de Londres, tem conexões com operadoras de telefonia como a Rogers Mobile, do Canadá, a Alltel Wireless, dos Estados Unidos, e a Vodafone da Espanha.
A Nuance poderá se expandir na Europa e EUA --seu mercado de origem-- depois da aquisição, afirmou John Bright, analista da Avondale Partners. O acordo deve propiciar elevação superior à prevista para a receita da empresa no período posterior a 2011, acrescentou.
A SpinVox é a quarta aquisição da Nuance este ano. As aquisições anteriores foram a eCopy, Jott Networks e Zi Corp.
A Nuance, cuja tecnologia de voz é usada no leitor eletrônico Kindle 2, da Amazon.com, e no mais recente Apple iPhone 3GS, domina o mercado de tecnologia de reconhecimento de fala, com participação entre 65 e 70 por cento.
(Reportagem de Manasi Phadke)
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009 17:25 BRST

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(Reuters) - A fornecedora de tecnologia de reconhecimento de voz Nuance Communications anunciou que comprou a rival de menor porte SpinVox, uma empresa de capital fechado, por cerca de 103 milhões de dólares em dinheiro e ações, a fim de reforçar suas operações no segmento de conversão de voz a texto.
A Nuance bancará a transação com 66 milhões de dólares em reservas de caixa e 36,5 milhões de dólares em ações, ou cerca de 2,3 milhões de ações, anunciou a empresa em comunicado.
Em entrevista concedida em março de 2008, o presidente-executivo da SpinVox declarou à Reuters que a empresa havia sido avaliada em mais de 500 milhões de dólares, com base em uma terceira rodada de capitalização realizada junto a uma divisão do Goldman Sachs Group e a outros investidores institucionais.
Abhey Lamba, analista do ISI Group, disse que houve boatos sobre a aquisição dois meses atrás, e que ela não havia sido uma surpresa.
O acordo elevará em 35 milhões a 40 milhões de dólares a receita da Nuance em seu atual ano fiscal, que se encerra em setembro, ele disse.
A SpinVox, de Londres, tem conexões com operadoras de telefonia como a Rogers Mobile, do Canadá, a Alltel Wireless, dos Estados Unidos, e a Vodafone da Espanha.
A Nuance poderá se expandir na Europa e EUA --seu mercado de origem-- depois da aquisição, afirmou John Bright, analista da Avondale Partners. O acordo deve propiciar elevação superior à prevista para a receita da empresa no período posterior a 2011, acrescentou.
A SpinVox é a quarta aquisição da Nuance este ano. As aquisições anteriores foram a eCopy, Jott Networks e Zi Corp.
A Nuance, cuja tecnologia de voz é usada no leitor eletrônico Kindle 2, da Amazon.com, e no mais recente Apple iPhone 3GS, domina o mercado de tecnologia de reconhecimento de fala, com participação entre 65 e 70 por cento.
(Reportagem de Manasi Phadke)

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Varejo online movimenta R$1,6 bilhão no Natal, alta de 28%

Varejo online movimenta R$1,6 bilhão no Natal, alta de 28%
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009 10:14

SÃO PAULO (Reuters) - As vendas do comércio eletrônico brasileiro movimentaram 1,6 bilhão de reais em bens de consumo no período natalino deste ano, uma alta de 28 por cento em relação ao ano anterior, de acordo com números divulgados nesta quarta-feira por uma empresa de pesquisa.
Segundo levantamento realizado para o período entre 15 de novembro e 24 de dezembro pela empresa de pesquisa e-bit, as vendas de cerca de 1,6 bilhão de reais representam novo recorde para o varejo online do país e um avanço sobre a marca de 1,25 bilhão de reais registrada um ano antes. A expectativa da companhia de medição é que a haja expansão maior nos próximos anos.
"Com esse faturamento expressivo, nota-se que o consumidor está mais preparado e programado para comprar via web, além de estar com a confiança retomada para fazer compras. Para os próximos anos, o crescimento deverá ser ainda maior", afirmou em comunicado Pedro Guasti, diretor geral da e-bit.
O estudo aponta que a categoria mais procurada foi a de livros, seguida pela de eletrodomésticos, segmento ainda impulsionado pela redução de Imposto sobre Produtos Industrializados, e saúde, beleza e medicamentos. Itens de informática e eletrônicos ficaram, respectivamente, na quarta e quinta posições.
O maior dia de vendas foi 16 de dezembro, no qual registraram-se 150 mil encomendas, cerca de 50 por cento acima do volume de um dia normal.
A pesquisa afirma que a preferência do consumidor têm crescido em relação a produtos de alto valor agregado, como bens de informática e eletrodomésticos, contra a dominância de itens mais baratos até poucos anos atrás, como CDs e DVDs.
A e-bit destaca a comparação entre as vendas físicas e online. Enquanto o comércio eletrônico apresentou um crescimento de 28 por cento no período do Natal na comparação anual, o varejo físico cresceu 6,8 por cento, afirma a empresa citando dados da Serasa Experian.
Dados mais recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de outubro mostram que o varejo físico brasileiro cresceu 8,4 por cento em relação ao mesmo mês de 2008, ante expectativa do mercado de expansão de 6,5 por cento. Para mais informações clique .
Uma pesquisa do IBGE aponta que o número de brasileiros com acesso à Internet cresceu 75,3 por cento entre 2005 e 2008, passando a 56,4 milhões de usuários.
(Por Rodolfo Barbosa)