quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Microsoft lançará serviço de computação em nuvem em janeiro/10

Microsoft lançará serviço de computação em nuvem em janeiro/10
terça-feira, 17 de novembro de 2009

LOS ANGELES (Reuters) - A Microsoft afirmou nesta terça-feira que lançará o Windows Azure, sistema de computação em nuvem, em 1o de janeiro, à medida que vai aproveitar suas taxas de crescimento nos serviços e softwares na Internet.
O Azure, que oferece uma plataforma online para que desenvolvedores de software criem seus próprios programas e desenvolvam espaço para armazenarem dados, entrou em fase de testes há um ano.
O serviço estará plenamente pronto no início do próximo ano, disse nesta terça-feira o arquiteto-chefe de softwares da Microsoft, Ray Ozzie, na conferência anual da companhia voltada a desenvolvedores de programas.
O primeiro mês do serviço será gratuito e a cobrança começará em fevereiro, afirmou Ozzie.
Espera-se que a Microsoft seja um grande agente no mercado de computação em nuvem --que corresponde basicamente à tendência de utilizar softwares em centros de dados remotos e acessá-los pela Internet. Mas a empresa tem ficado para trás diante do pioneirismo de rivais como a Amazon.com, que já vende memória com base nessa tecnologia, e o Google, o qual oferece um conjunto de programas online e gratuitos.
(Reportagem de Bill Rigby)

Executivos da RIM confiam em estratégia e rejeitam analistas

Executivos da RIM confiam em estratégia e rejeitam analistas
terça-feira, 17 de novembro de 2009

TORONTO (Reuters) - Os principais executivos da Research In Motion (RIM) acreditam que os celulares BlackBerry manterão seu espaço no mercado em uma dura batalha com o iPhone, da Apple, e outros aparelhos rivais.
As ações da RIM perderam 30 por cento de seu valor desde o final de setembro, com muitos analistas reduzindo a recomendação para os papéis. A preocupação do mercado é que a invasão de novos smartphones acabem com o domínio do BlackBerry como principal celular inteligente vendido na América do Norte.
Mas em uma entrevista, os dois co-presidentes da RIM disseram que a companhia já enfrentou tormentas similares no passado e demonstraram confiança. "Quando abrimos o capital em bolsa todos diziam: 'meu Deus, eles serão destruídos por Motorola, Ericsson e Nokia'", disse Jim Balsillie, um dos co-presidentes da RIM.
A empresa fez sua oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) em 1997.
"Não estou tentando descartar, não estou tentando ser superficial, mas nós já lidamos com isso antes, diversas vezes", acrescentou.
Embora as vendas de smartphones como BlackBerry e iPhone sejam apenas uma fração do mercado total de celulares, elas estão crescendo rapidamente, à medida que a comercialização de aparelhos básicos se mostram estagnadas.
As vendas globais de celulares somaram 308,9 milhões de unidades no terceiro trimestre, alta de 0,1 por cento ante um ano antes, de acordo com a empresa de pesquisa Gartner. As vendas de smartphones superaram 41 milhões de unidades, uma alta de 12,8 por cento contra um ano atrás.
Antes restritos ao mundo corporativo, os celulares inteligentes agora se espalham entre consumidores.
Essa dinâmica forçou a RIM a ficar mais atenta aos anseios de consumidores no varejo, e não apenas no meio empresarial.
Mike Lazaridis, co-fundador e co-presidente da RIM, disse que gosta de compreender o que os agentes externos pensam do desempenho da companhia, mas que as opiniões deles não ditam a estratégia da empresa. "Se você apenas senta e fica monitorando o preço das ações em bolsa todos os dias, você irá cometer erros", afirmou Lazaridis.
Ainda assim, ele reconheceu que a RIM cometeu erros, citando o lançamento do modelo Pearl Flip de BlackBerry, que demorou demais para chegar ao mercado, bem como o navegador da RIM, que tem sido criticado por usuários como ruim.
"Eu não sentaria aqui e te diria que nós nunca cometemos erros", afirmou Lazaridis. "Cometemos muitos erros. Mas nós aprendemos com eles e nos recuperamos bem."

"Unfriend" é escolhida palavra do ano por dicionário dos EUA

"Unfriend" é escolhida palavra do ano por dicionário dos EUA
terça-feira, 17 de novembro de 2009

NOVA YORK (Reuters) - "Unfriend" foi escolhida como palavra do ano pelo New Oxford American Dictionary, de uma lista de finalistas que privilegiava os termos tecnológicos.
"Unfriend" foi definido como verbo que significa remover alguém da lista de amigos de um site de redes sociais como o Facebook.
"O termo é tanto corrente quanto potencialmente longevo," afirmou em comunicado Christine Lindberg, lexicógrafa sênior do programa de dicionários da editora Oxford nos Estados Unidos.
"No contexto das redes sociais online, o significado da palavra é compreendido, de modo que sua adoção como forma verbal moderna a torna uma escolha interessante para a posição de Palavra do Ano," acrescentou.
Outras palavras que constavam da lista de finalistas compilada pela Oxford University Press, a editora britânica responsável pelo dicionário, provinham de outras tendências tecnológicas, da economia, da política e das atualidades.
Na tecnologia, havia "hashtag," ou seja, o acréscimo do sinal # a uma palavra ou frase para permitir que os usuários do Twitter busquem mensagens marcadas da mesma forma; "intexticated," para a distração causada por escrever ou ler mensagens de texto ao volante; e "sexting," ou o envio de mensagens e fotos sexualmente explícitas via celular.
Da economia, veio o termo "freemium," que indica um modelo de negócios sob o qual alguns serviços básicos são fornecidos gratuitamente, e "funemployed," uma referência às pessoas que aproveitam o fato de ter perdido o emprego para se divertir ou desenvolver novos interesses.
No segmento de política e atualidades, a lista incluía "birther," termo usado para designar as pessoas que acreditam na teoria conspiratória de que o presidente Barack Obama não nasceu nos Estados Unidos, e "choice mom," para as pessoas que escolhem ter filhos sem casar.
Os termos cunhados recentemente que chegaram à lista incluem "deleb," para celebridade morta, e "tramp stamp," literalmente "carimbo de vagaba," como referência a tatuagens na base das costas, especialmente no caso de mulheres.
(Reportagem de Belinda Goldsmith)



Brasileiro Fábio Jardim vence final de Guitar Hero World Tour na World Cyber Games e leva prêmio de 7 mil dólares.


Brasil é campeão mundial de Guitar Hero
terça-feira, 17 de novembro de 2009 14:31 BRST

SÃO PAULO (Reuters) - O Brasil sagrou-se campeão mundial de Guitar Hero com a vitória do paulista de 14 anos Fábio Jardim na final da World Cyber Games, realizada em Chengdu, na China. O país também foi destaque no game de sinuca Carom3D, em que o capixaba Jean Michel dos Reis ficou com a prata.
Além da medalha de ouro, Jardim faturou 7 mil dólares de prêmio. Já a prata de Reis garantiu premiação de 3 mil dólares. No total, a competição deste ano, que reuniu 600 jogadores de 65 países, distribuiu 283 mil dólares em prêmios.
O Brasil levou equipe de nove jogadores, que além de Guitar Hero e Carom3D disputaram FIFA 09, TrackMania Nations e Counter Strike.
No quadro geral, a vitória foi da Coreia do Sul, com três ouros, duas pratas e três bronzes. Em segundo ficou a equipe da Suécia, seguida pela Alemanha, segundo site oficial do evento.
Em 2010, as finais da 10a edição da World Cyber Games acontecem em Los Angeles, nos Estados Unidos.

YouTube abre canal para jornalismo feito por usuários

YouTube abre canal para jornalismo feito por usuários
terça-feira, 17 de novembro de 2009

LOS ANGELES, 17 de novembro (Hollywood Reporter) - Celebridades, tenham cuidado: o YouTube está facilitando ainda mais para que qualquer pessoa com uma câmera transforme o seu comportamento -- seja mundano ou sensacional -- em notícia.
O maior site de compartilhamento de vídeo do mundo lançou o YouTube Direct, pelo qual TV e editores de notícias online podem obter vídeos dos chamados "cidadãos jornalistas" -- ou mesmo pedir que tais vídeos sejam filmados por amadores em busca de atenção.
Não se trata somente de celebridades, é claro. Muitos portais de notícias procurarão cenas de desastres, por exemplo, ou comportamentos agressivos em encontros políticos.
Portais de notícias procurando vídeos podem anunciá-lo de diversas maneiras, incluindo através de vídeos com pedidos no YouTube. Quando um usuário do YouTube possui um vídeo que eles acreditam ser interessante para a imprensa, é mais fácil para os editores, produtores e jornalistas contatá-los.
"Empresas de notícias sempre querem verificar o conteúdo que usam", disse Steve Grove, chefe de notícia e política do YouTube.
O YouTube Direct não é uma forma de gerar receita -- seja para o YouTube ou para seus usuários, disse Grove. "É um incentivo para o envio de grandes vídeos, por conta do reconhecimento que você ganha de legítimas empresas de notícias", explicou.
O Huffington Post, NPR, Politico, San Francisco Chronicle e duas estações da Boston TV estão testando o serviço.
Em uma publicação no blog, Grove apresenta exemplos desse tipo de conteúdo com qualidade: um terremoto de magnitude 7,8 na China e um professor gritando e estapeando um estudante autista.
Separadamente, a Univision disse na segunda-feira que irá fornecer seus programas de TV em espanhol para o YouTube de suas três redes: Univision, TeleFuture e Galavision.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Google tenta reduzir temor sobre acordo para biblioteca online



Livros antigos aguardam digitalização em Londres. O Google e a Authors Guild apresentaram uma nova versão de um acordo que cria uma imensa biblioteca online, na tentativa de apaziguarem as preocupações sobre concorrência e direitos autorais que a versão original do entendimento despertou nos Estados Unidos e no exterior.


Google tenta reduzir temor sobre acordo para biblioteca online
segunda-feira, 16 de novembro de 2009


Por Diane Bartz
WASHINGTON (Reuters) - O Google e a Authors Guild apresentaram uma nova versão de um acordo que cria uma imensa biblioteca online, na tentativa de apaziguarem as preocupações sobre concorrência e direitos autorais que a versão original do entendimento despertou nos Estados Unidos e no exterior.
O plano do Google de digitalizar milhões de livros e oferecer seu conteúdo online vem sendo elogiado por expandir o acesso a livros, mas também vem sendo criticado em meio a preocupações sobre competição, direitos autorais e de proteção à privacidade.
De acordo com petição de 30 páginas apresentada à Justiça na noite de sexta-feira pelas partes envolvidas, foi eliminada uma seção que exigia que o registro de livros criado pelo acordo oferecesse ao Google termos ao menos tão favoráveis quanto os de qualquer concorrente.
Outra mudança é que o dinheiro referente a obras órfãs ou sem titular definido agora irá para um fundo administrado por curador independente, e não para o registro.
O Departamento de Justiça norte-americano em setembro apontou que o arranjo representava conflito de interesse, porque o registro também tinha a tarefa de localizar escritores e pagar a eles proventos pelas vendas online de suas obras.
Sob os termos do novo acordo, fundos não reclamados serão doados a organizações de caridade.
O acordo precisa ser aprovado pela justiça dos EUA e o Departamento de Justiça recomendou rejeição da versão anterior devido a preocupações quanto à possibilidade de que ela violasse leis de defesa da concorrência. O departamento também expressou preocupações sobre violações de direitos autorais.
"Tivemos diversas discussões e conduzimos um longo diálogo com o Departamento de Justiça, e sentimos que respondemos às suas principais preocupações", disse Richard Sarnoff, presidente da Bertelsmann Digital Media.
O acordo tem por objetivo encerrar um processo coletivo aberto em 2005 por organizações representativas de escritores e editoras, que acusavam o gigante das buscas online de violação de direitos autorais por digitalizar o conteúdo de bibliotecas inteiras.

Telefónica busca alternativas para crescer no Brasil

Telefónica busca alternativas para crescer no Brasil--jornal
segunda-feira, 16 de novembro de 2009

MADRI, 16 de novembro (Reuters) - A Telefónica busca outras aquisições no Brasil depois de fracassar na tentativa de compra da GVT, publicou nesta segunda-feira o diário El Mundo, citando fontes da operadora espanhola.
O jornal afirma que a companhia não apresentará nenhuma contra-oferta pela GVT depois que a Vivendi anunciou na sexta-feira que tinha comprado 37,9 por cento da operadora e que detém direito de compra para mais 19,6 por cento.
A Telefónica ofereceu 50,5 reais por cada ação da GVT, mas a Vivendi conseguiu na sexta-feira o controle da operadora brasileira a um preço de 55,5 reais por ação, conferindo um valor à GVT de 2,8 bilhões de euros.
"O preço de 50,50 reais por ação era o máximo que poderíamos oferecer tendo em conta as sinergias entre Telefónica e GVT", afirmou o presidente da Telefónica no Brasil, Antonio Carlos Valente, em nota distribuída à imprensa.
A nota acrescenta que o Brasil segue sendo um mercado "altamente estratégico" para a Telefónica.
(Por Robert Hetz)