quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Telefônica garante manter investimentos se comprar GVT

Telefônica garante manter investimentos se comprar GVT
quarta-feira, 11 de novembro de 2009 19:07

SÃO PAULO (Reuters) - A Telefônica garantiu nesta quarta-feira que manterá e poderá até ampliar os investimentos se tiver sucesso na proposta de compra da rival GVT, afirmou o vice-presidente financeiro da empresa, Gilmar Camurra.
Na véspera, o Ministério Público Federal de São Paulo informou a abertura de consulta pública sobre a oferta de compra da GVT pela Telefônica, diante do receio de que a operadora suspenda seus investimentos.
A Telefônica está oferecendo 50,50 reais por ação da GVT, acima da própria proposta feita anteriormente pela unidade do grupo espanhol de mesmo nome, de 48 reais.
A companhia manifestou interesse em comprar a GVT após o grupo francês Vivendi ter anunciado em meados de setembro acordo com os acionistas controladores da GVT para pagar 42 reais por ação da empresa brasileira.
De acordo com Camurra, a Telefônica financiará a aquisição, se ela for bem-sucedida, com 6 bilhões de reais em notas promissórias já anunciadas e cerca de 950 milhões de reais de recursos próprios.
Considerando adesão de 100 por cento dos acionistas da GVT à oferta, a alavancagem da Telefônica quase triplicaria.
Conforme balanço divulgado nesta quarta-feira, a concessionária de telefonia fixa do Estado de São Paulo terminou setembro com relação entre dívida bruta e Ebitda em 0,50 vez, o que subiria para 1,36 vez caso a empresa compre todas as ações da GVT.
"(Esse nível de endividamento) nos dá muita tranquilidade de continuar fazendo investimentos", assegurou Camurra a um pequeno grupo de jornalistas recebidos na sede da Telefônica nesta tarde.
Questionado se haveria impacto na distribuição de dividendos pela empresa, ele respondeu: "A Telesp não tem política de dividendos. O dividendo será aquele que a companhia achar conveniente", disse, sem dar mais detalhes.
A Telesp é a concessionária de telefonia fixa em São Paulo controlada pela Telefónica e com ações em bolsa.
(Reportagem de Cesar Bianconi)

Britânicos estão entre "os mais feios" do mundo

Britânicos estão entre "os mais feios" do mundo, diz site
quarta-feira, 11 de novembro de 2009 17:50

LONDRES (Reuters Life!) - Os britânicos estão entre as pessoas mais feias do mundo, segundo um site de relacionamentos que só permite o ingresso de "gente bonita".
Menos de um em cada oito homens britânicos e apenas três em cada 20 mulheres que tentaram se cadastrar no www.BeautifulPeople.com foram aceitos, dizia um comunicado do site.
Os membros do "site de namoros da elite" avaliam quão atraente são os que tentam ingressar em um período de dois dias, depois que os candidatos colocam uma foto recente e um perfil pessoal.
Os suecos foram os que ganharam mais pontos, com 65 por cento sendo aceitos, enquanto as norueguesas são consideradas as mais bonitas, com 76 por cento de aceitação, diz o site.
O modo como o site de relacionamentos aceita novos membros é simples. Um candidato tenta se cadastrar com uma foto e um perfil curto. Durante dois dias, os membros já aceitos do sexo oposto votam se admitiriam ou não o candidato.
As opções são: "sim, definitivamente", "Hmmm, sim, ok", "Hmmm, não, não de verdade" e "Não, definitivamente não".
O site foi fundado em 2002 na Dinamarca e se espalhou pelo mundo no mês passado. Desde então, já rejeitou cerca de 1,8 milhão de pessoas de 190 países, admitindo apenas 360 mil novos membros.
"Eu diria que os britânicos são um obstáculo porque eles não gastam muito tempo melhorando a aparência e são relaxados com a forma física", disse o diretor do Beautiful People, Greg Hodge.
"Perto das beldades brasileiras e escandinavas, as britânicas não são tão torneadas ou glamourosas".
Só os candidatos russos e os poloneses se saíram pior do que os homens britânicos, embora as mulheres russas tenham obtido 44 por cento de aceitação. As polonesas não apareceram na contagem.
Os candidatos alemães foram criticados por mandarem fotografias não muito elogiosas, o que pode ter feito sua aceitação ficar em 15 por cento para os homens e 13 por cento para as mulheres.
(Reportagem de Paul Casciato)

Por que a Oracle está batalhando tanto pelo MySQL?

Por que a Oracle está batalhando tanto pelo MySQL?
quarta-feira, 11 de novembro de 2009 16:54

Por Jim Finkle
BOSTON (Reuters) - A Oracle está permitindo que a aprovação das autoridades regulatórias à sua aquisição da Sun Microsystems, por 7 bilhões de dólares, demore meses, devido a uma controvérsia quanto a um banco de dados que a maioria dos usuários obtém gratuitamente.
O banco de dados MySQL, da Sun, embora minúsculo como fonte de receita, é importante para a Oracle porque pode ajudar a companhia a se expandir a novos mercados e melhorar sua posição competitiva diante da grande rival Microsoft, dizem os analistas.
A base de clientes do MySQL é formada por pequenas e médias empresas que utilizam a tecnologia para operar sites e armazenar dados de negócios. Os bancos de dados Oracle costumam se sair mal nesses mercados, e a empresa em lugar disso se concentra em grandes clientes corporativos.
"A base instalada da Oracle representa o Velho Mundo --o mercado existente de aplicativos empresariais. Mas existe todo um Novo Mundo que a Oracle não foi capaz de capturar," disse Marten Mickos, antigo presidente-executivo da MySQL.
Embora as autoridades dos EUA já tenham aprovado o acordo, os fiscais antitruste da União Europeia apresentaram uma declaração de objeções na segunda-feira, alegando que a transação prejudicaria a competição no mercado de bancos de dados, que movimenta 19 bilhões de dólares ao ano, caso a Oracle tomasse o controle da MySQL.
Essas preocupações causaram meses de atraso à transação, e resultaram em prejuízos que o presidente-executivo da Oracle, Larry Ellison, calcula em centenas de milhões de dólares.
A Oracle se recusa a ceder quanto ao MySQL, ativo que os analistas consideram possa ajudar a segunda maior produtora de software para empresas a se expandir rumo a novos mercados. Google, Amazon, Facebook e diversas agências de viagem online estão entre os gigantes da Web que usam software MySQL em seus sites, e esse é um mercado que a Oracle encontrou dificuldades para penetrar.
O MySQL, um produto de fonte aberta disponível para download gratuito na Internet, é o único programa de banco de dados de uma grande empresa disponível a custo zero. A Sun fatura oferecendo versões com recursos adicionais, e serviços como atualizações para corrigir defeitos.
(Reportagem adicional de Doris Frankel em Chicago)

Motorola avalia venda de unidade de redes por US$4,5 bi

Motorola avalia venda de unidade de redes por US$4,5 bi--jornal
quarta-feira, 11 de novembro de 2009 16:35

NOVA YORK (Reuters) - A Motorola iniciou trabalhos para uma potencial venda de suas operações com decodificadores de TV por assinatura e equipamentos de rede por 4,5 bilhões de dólares, publicou o Wall Street Journal.
Segundo o diário, que cita fontes próximas do assunto, a Motorola está no estágio inicial de busca de compradores para os negócios que podem receber interesse de companhias de investimentos e outros fabricantes de equipamentos de telecomunicações.
A Motorola não comentou o assunto, mas informou que segue concentrada em seu plano de longo prazo para separar as atividades com celulares do restante da empresa.
"Não comentamos sobre rumores ou especulação. A separação em duas companhias públicas separadas é o objetivo público de longo prazo da Motorla", disse a porta-voz da empresa, Jennifer Erickson.
"Continuamos comprometidos com a separação e continuamos a acreditar que é a estratégica correta para posicionar a Motorola para um sucesso de longo prazo."
Segundo o jornal, o JP Morgan Chase e o Goldman Sachs estão assessorando a Motorola sobre a possível venda.
(Por Sinead Carew)

Telefônica amarga queda de clientes Speedy no 3o tri

Telefônica amarga queda de clientes Speedy no 3o tri
quarta-feira, 11 de novembro de 2009 12:56

SÃO PAULO (Reuters) - A Telefônica perdeu 149 mil clientes de banda larga nos três meses até setembro, ou 5,5 por cento do total de sua base de assinantes do serviço Speedy no final de junho, depois que a empresa foi proibida de comercializar o produto por cerca de dois meses enquanto implementava melhorias na rede.
A unidade brasileira do grupo espanhol Telefónica divulgou nesta quarta-feira que fechou o terceiro trimestre com 2,578 milhões de clientes de banda larga, ante 2,727 milhões no segundo trimestre.
Em junho, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) proibiu a Telefônica de vender seu serviço de acesso rápido à Internet no país depois de uma série de interrupções no Speedy em meses anteriores.
Durante cerca de dois meses, a operadora fez investimentos para estabilizar o Speedy, melhorar a qualidade do produto e ampliar a capacidade da rede.
Conforme o balanço do terceiro trimestre divulgado nesta quarta-feira, as receitas com transmissão de dados recuaram 1,5 por cento na comparação com o segundo trimestre, para 1,055 bilhão de reais. Em relação a um ano antes, houve evolução de 11,8 por cento, impulsionada pelos segmentos corporativo e residencial.
A proibição da venda de acesso rápido à Internet também puxou para baixo a base de clientes de TV por assinatura da Telefônica do segundo para o terceiro trimestre. A empresa encerrou setembro com 508,2 mil usuários de televisão paga, queda de 1,2 por cento em relação ao final de junho.
"Em comparação ao terceiro trimestre de 2008, o aumento de 19,6 por cento foi inferior ao registrado em trimestres anteriores, como conseqüência da suspensão da comercialização do serviço Speedy, uma vez que este serviço é majoritariamente comercializado através de trios (pacotes de telefonia, banda larga e televisão)", conforme a Telefônica.
Segundo a empresa, a satisfação de novos clientes do Speedy "registrou uma melhora expressiva, além de uma forte redução do número de reclamações" após a retomada das vendas do serviço no final de agosto.
A receita líquida total da Telefônica no terceiro trimestre ficou em 3,910 bilhões de reais, queda de 4,6 por cento na comparação com um ano antes.
A geração de caixa medida pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) caiu 14 por cento na comparação anual, para 1,444 bilhão de reais no trimestre encerrado em setembro. A margem Ebitda recuou quatro pontos percentuais, para 37 por cento, também sob influência negativa do Speedy.
O lucro líquido da Telefônica no trimestre passado subiu 2,2 por cento na comparação anual, para 600,3 milhões de reais. A evolução positiva na última linha do resultado ocorreu, principalmente, pela redução de impostos entre os dois períodos.
A Telefônica e lançou recentemente oferta de cerca de 7 bilhões de reais para comprar a rival GVT.
(Por Alberto Alerigi Jr.)

Nokia insiste em CDMA e lança três novos modelos

Nokia insiste em CDMA e lança três novos modelos
quarta-feira, 11 de novembro de 2009 10:10

HELSINQUE, 11 de novembro (Reuters) - A Nokia, maior fabricante mundial de celulares, lançou três novos modelos de telefones no padrão CDMA nesta quarta-feira e afirmou que continua comprometida com a tecnologia, que há tempos tem perdido espaço para o GSM.
O Nokia 1506 deve chegar ao mercado chinês no fim do ano, enquanto o Nokia 6316s e o Nokia 3806 são previstos para o primeiro trimestre de 2010, afirmou a empresa finlandesa.
O padrão CDMA é popular em certos mercados como o norte-americano ou sul-coreano. Ele possui cerca de 500 milhões de assinantes, segundo números do fim de junho, de acordo com o CDMA Development Group (www.cdg.org).
Já o GSM é o padrão mais difundido, com cerca de 3,45 bilhões de usuários, segundo dados do fim do segundo trimestre da GSM Association (www.gsmworld.com).

Logitech compra LifeSize por US$405 milhões

Logitech compra LifeSize por US$405 milhões
quarta-feira, 11 de novembro de 2009 10:39

Por Katie Reid
ZURIQUE, 11 de novembro (Reuters) - A fabricante de mouses Logitech anunciou a compra da empresa de videoconferência LifeSize Communications por 405 milhões de dólares, reforçando posição no valorizado mercado de comunicação por vídeo, visto como importante fonte de crescimento futuro.
Analistas do banco suíço Wegelin disseram que a aquisição faz sentido, apesar da Logitech estar pagando um preço "considerável".
"Faz muito tempo que a Logitech provou ser uma empresa que se destaca da multidão", escreveram os analistas.
Na terça-feira, a Cisco Systems revelou que a maioria dos acionistas da Tandberg, outra empresa de produtos para videoconferência, tinham rejeitado sua oferta de compra de cerca de 3 bilhões de dólares.
Poucos analistas esperam que a Cisco retire sua oferta, uma vez que a empresa já declarou que vê oportunidades de crescimento na área de videoconferência online.
Além disso, analistas disseram que, qualquer que seja o seu resultado, as negociações podem incentivar mais transações envolvendo companhias de videoconferência como a Polycom.